Arquitetura para Curitiba 2017
Curitiba, Brasil
Curitiba, Brasil
O projeto:
Um processo gráfico de entendimento dos valores sociais dominantes na arquitetura e ocupação do solo dos espaços comerciais urbanos.
O processo:
Entender a cidade como um shopping e um shopping como uma cidade – operando através de levantamentos de dados e representações gráficas que revelam/desvelam os valores sociais buscados e estabelecidos em cada meio.
Estudo de caso:
Elegemos o eixo Barão-Riachuelo para nosso projeto por se tratar de um trecho de relevância histórica na formação do município de Curitiba. No período áureo da indústria ervateira este eixo conectava, entre outros, a antiga estação ferroviária à antiga fundição Mueller (fábrica de maquinário para o beneficiamento do mate). Dois polos que, na dinâmica econômica atual, são representados pelos condensadores sociais dos shoppings Estação e Mueller. Sendo, portanto, bastante significativa neste recorte urbano a interface arquitetura e cidade.
A indagação criativa:
Como algumas ruas da área central se transformariam caso a vitalidade absorvida pelas grandes superfícies comerciais – uma ocupação de lógica suburbana – fosse devolvida na escala do pequeno comércio?
Se os locais dos shoppings, dos hipermercados e estabelecimentos congêneres se abrissem para a rua, as trocas sociais que estes condensadores comportam, retornariam intensificadas na escala e velocidade do pedestre?
É uma questão de projeto ou necessitaremos novos valores sociais para alcançar esta interface entre arquitetura e cidade?
Ano: 2017
Local: Sesc Paço da Liberdade, Curitiba, Paraná, Brasil
Arquitetos: Alexandre Ruiz da Rosa, Thais Saboia Martins, Rodrigo Philippi, Haraldo Hauer Freudenberg,
Estudantes: Antônio Quadros (UP), Beatriz Teixeira (PUCPR), Camila Andrade (UFPR), Débora Guimarães (UTFPR), Gabriela Lima (UTFPR), Fernanda Lineiro (PUCPR), Gabriel Alves (UFPR), Juliana de Almeida (UTFPR), Julianna Santos (UFPR), Leandro Vilas Boas (UTFPR) e Verônica Reis (UTFPR)